
...de María Pitarch, Manto.
manto, luz, brisa, voz. sopro. vida. tão doce. tão leve.
um dia quis pegar na tua vida e tu não deixaste.
oferecia-te, em troca, a minha. riste-te. deste uma gargalhada.
ficaste a pensar que eu fingia, que era falsa.
não acreditaste em mim.
e a noite chegou. o dia fechou os seus raios de força e ficaste só.
e quiseste que eu voltasse. e pediste. e choraste.
o nosso tempo tinha sido o outro.
eu já partira só.
8 comentários:
o destino... se existe, é para não ser respeitado!... não somos só isto que se torce de mãos amarradas aqui!
mas, eridanus, eu não acredito no destino.
então porque escreves como se acreditasses?
... só quem experimenta o medo pode vencê-lo (ao medo)... Hölderlin tem umas palavras acerca disto... mais logo (que agora tenho que estudar valores) bjs
eridanus, primeiro, porque escrevo como se acreditasse no destino?
segundo, a que medo te referes?
sei lá !! tu é que escreveste assim e eu é que hei-de saber ? *suspiro*
quanto à segunda... bem, depois de umas horas a estudar filosofia dos valores, primeiro, e ontologias em redes semânticas, depois, acho que já nem sei bem... seria uma analogia? seria o medo do destino? *sorriso*
sei lá !! tu é que escreveste assim e eu é que hei-de saber ? *suspiro*
quanto à segunda... bem, depois de umas horas a estudar filosofia dos valores, primeiro, e ontologias em redes semânticas, depois, acho que já nem sei bem... seria uma analogia? seria o medo do destino? *sorriso*
mas eu ficcionei a imagem com palavras.
quanto ao medo, fiquemos pelas analogias.
*filosofia dos valores e ontologias em redes semânticas num domingo?!
só com os nomes fiquei cansada. [sorriso malandro]
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